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Network Marketing/Marketing de Rede é para todos?

  • Foto do escritor: Francisco Raimundo
    Francisco Raimundo
  • 5 de nov. de 2019
  • 4 min de leitura

Atualizado: 14 de mar. de 2020

Boa tarde para vocês. É tempo de criar e publicar um novo post, pois pretendo continuar a partilhar com todos o que me vai na alma, na cabeça e no coração.


Antes de me debruçar sobre o tem de hoje, devo dizer que tenho tido dias absolutamente incriveis. Não que tenha conhecido novas pessoas, não que as tenha convidado a fazer parte da minha organização e rede.


Contudo, para além de ter estado empenhado em preparar uma grande surpresa, que darei a conhecer muito, muito brevemente, é raro o dia em que não tenho gerado volume de consumo que, naturalmente se traduz em facturação e, claro, em retorno financeiro para toda a minha organização. Obviamente que eu incluído.


É esta a magia do Network Marketing/Marketing de Rede. Simples esforços multiplicados por várias pessoas traduzem-se num crescimento quase exponencial. E, se todos caminharem no mesmo sentido, então cada um consegue alcançar de forma inequívoca aquilo a que se propõe.


E isto leva-me ao tema de hoje. É certo que Network Marketing/Marketing de Rede é ainda um tema e uma actividade bastante desconhecida de muitos. E, por ser desconhecida, duvidosa para muitos outros. Afinal de contas, muitos poucos são aqueles que se empenham e se comprometem a trabalhar para alcançar os seus objectivos e dar um propósito às suas vidas.


Tradicionalmente, somos formatados para trabalhar para alcançar objectivos e sonhos... mas de outras pessoas, não nos nossos. Como trabalhar nas nossas metas, nos nossos objectivos e nos nossos sonhos é terreno desconhecido, duvidamos, não querendo ultrapassar as fronteiras do risco, preferindo ficarmos na segurança que representa trabalhar para alguém; trabalhar para alcançar os sonhos e as metas de outros.


Muitas pessoas, quando lhes falo em Network Marketing, em trabalho em rede, em negócios sociais, torcem o nariz. E, como forma de defesa, a primeira coisa que dizem é que é um esquema. Algumas, mesmo, de forma errada e ignorante, acusam-me de estar metido em pirâmides. E adquirem imediatamente uma postura agressiva ao não quererem dar parte de fraca e admitir sequer que não sabem explicar o que é uma pirâmide.


Ah, se tomassem consciência de que é apenas um sistema de distribuição de produtos e/ou serviços. Ah, se tomassem consciência de que é a forma mais simples de acabarem com os dramas da insegurança profissional. Ah, se soubessem que é também a forma que menor risco apresenta de criar, desenvolver e gerir um negócio.


O grande problema disto é que a larga maioria de nós, referindo-me aos profissionais e candidatos a profissionais, não quer ter de pensar por nós e em nós, não quer desenvolver esforços por nós mesmos, não quer ser diferente dos outros (preferindo ser iguais a todos, como os rebanhos de ovelhas). E assim, quando alguma coisa dá para o torto, é-nos muito mais fácil, simples, rápido e confortável culpar tudo e todos pelos nossos fracassos e dificuldades.


Claro que sim. Porque a vida não nos ensina a sermos bem sucedidos. Muito pelo contrário, a vida ensina-nos a falhar, a fracassar a não termos êxito.


Mas é exactamente como consequência desses fracassos, e em resultados desses falhanços, que nasce o sucesso, que nasce a glória, que nasce o êxito.


Se todos tomassem consciência de que apenas somos pagos e bem pagos para sermos profissionais de Network Marketing, e que, sendo profissionais, não existe forma de fracassar, não vos parece que todos escolheriam esta carreira profissional fantástica?


Se todos tomássemos consciência de que somos pagos e bem pagos para trazermos mais pessoas para as empresas pelas quais damos a cara, para vender ou distribuir mais produtos, bens ou serviços, e se não houvesse a menor dúvida de que, fazendo isto ao longo do tempo, inequivocamente chegaríamos lá... será que não haveria mais pessoas a optar por desenvolver um negócio em rede, tornando-se distribuidores, representantes, marketers ou o nome que queiram chamar?


Se todos soubéssemos de forma clara e inequívoca que, ao fim de 15 anos, empenhados, comprometidos e dispostos a lutar, chegaríamos ao número mágico de 1 milhão de euros ou dólares (representando isto mais de 4 milhões de reais), será que não continuaríamos dia após dia a trabalhar, para convidar e recomendar os vossos produtos e serviços, ou até a nossa oportunidade? Podem crer que até o pó da terra comeríamos.


O problema está que a larga maioria das pessoas está formatada numa outra cultura profissional, e de tal forma alienada na procura de resultados rápidos, que nem faz contas. E assim, prefere encontrar essa gratificação quase instantânea na segurança aparente e vã de um salário, esquecendo que o salário é o suborno que os visionários e empreendedores pagam para fazer esquecer e fechar os olhos aos vossos sonhos, aos vossos planos, aos vossos objectivos.


Todos podem desenvolver Network Marketing. No entanto só o faz e desenvolve quem quer. Quem está disposto. Quem está empenhado. Quem faz as contas.


A resposta ao tema do post de hoje é clara. Network Marketing é para todos? Deveria ser, sim. Porque todos deveriam ter ambições. Se todos temos sonhos, porque não haveremos nós de lutar por eles? No entanto, Network Marketing não é para todos. Network Marketing é para quem quer.


E vocês, querem ou preferem deixar para outros?


Bem-hajam e até uma próxima oportunidade. Ah, e se gostaram desta publicação, usem-na e partilhem, pois pode ser o motivador necessário para muitos outros, ajudando outras pessoas a tomarem a decisão.

FGR


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