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O que é o Network Marketing, afinal?

  • Foto do escritor: Francisco Raimundo
    Francisco Raimundo
  • 22 de jan. de 2020
  • 4 min de leitura

Ora muito bom dia (ou boa tarde, dependendo de quando irão ler o post de hoje). Descobri que, apesar de ter vocação para escrever, e pretendo até, escrever um livro (embora seja dedicado a uma outra temática), tenho preguiça, pois nem sempre a vontade para tal corre em mim.


Como tal, vou adiando fazê-lo, e não são poucas as vezes que me prejudico com isso. Quanto mais não seja pela acumulação de tarefas e trabalho.


Bom, desta vez, estou a aproveitar a energia e o fluxo (o embalo, portanto) decorrentes de ter acabado de preparar alguns conteúdos para a minha organização comercial e escrever algo que pode ser bastante importante para todos, no sentido de um melhor entendimento e clarificação.


Para quem ainda não me conhece, eu estou a criar uma plataforma, ou um ecossistema sócio-económico totalmente independente, baseado num conceito ao qual fui exposto há alguns anos e que achei fantástico, não apenas pelo conceito em si, mas também pelas possibilidades tremendas que poderiam ser criadas, tanto para mim, como também para o mundo. Os fundamentos desta plataforma ou, como eu mencionei atrás, ecossistema (também posso chamar universo) são o Network Marketing, também conhecido por Marketing de Rede, tantas vezes conotado negativamente por Marketing Multinível, MLM e, até pior, como pirâmides ou pirâmides financeiras.


Todos estes argumentos são justificados na cabeça das pessoas para designar um modelo de negócio ainda desconhecido de muitos, aos quais até muitos se socorrem para julgar de forma preconceituosa quem decide aventurar-se por uma carreira profissional independente e inovadora, de carácter absolutamente empreendedor.


Eu tornei-me profissional de Network Marketing, sim. E digo-o de boca cheia, sem qualquer vergonha, pois antes de o ser estava desempregado. Assim que me lancei numa actividade independente, deixei de estar desempregado. Quantas pessoas se encontram desempregadas e sem qualquer rumo na vida?


Portanto, só por aí eu estou em melhor situação do que 7% da população portuguesa (de acordo com dados oficiais, pois na verdade, as informações reais e verdadeiras são outras mais preocupantes).


É preciso que as pessoas entendam que o Network Marketing é um modelo de distribuição de produtos e serviços... baseados no simples processo de Recomendação Pessoal. As empresas dispõem desses produtos e serviços, mas obviamente que têm necessidade de os escoar, de os vender, de os distribuir. Em vez de recorrerem a uma força de vendas colossal, que acarreta mais encargos do que lucros, quanto mais não seja pela formação e treino, dotando os colaboradores de competências devidas para o processo de venda, e tornando as empresas num sistema hierárquico e burocrático, as empresas recorrem a profissionais independentes, para fazerem essa distribuição e venda aos seus amigos, familiares, conhecidos, ou qualquer outra pessoa.


Não tendo de pagar qualquer salário, pois os profissionais são independentes, as empresas pagam sim uma comissão por cada produto ou serviço vendido/distribuído, criando assim um rendimento financeiro. Não são necessárias grandes competências, mas tê-las contribui grandemente para o profissional ter um melhor desempenho. Quanto melhor o desempenho e portanto, mais produtos e serviços ajudar a vender ou distribuir, melhor (e maior) será o seu rendimento financeiro. Isto é óbvio, certo?


E esta é a realidade actual do mundo fortemente globalizado de hoje. As empresas dispensam a contratação de profissionais e colaboradores, pois podem lucrar mais recorrendo a mão-de-obra independente, pagando pelo desempenho desses potenciais empreendedores. Aliás, se pensarmos bem, é este o fundamento do outsourcing/terceirização. No entanto, esse mundo tão globalizado conduziu a um paradigma real: a saturação do mercado de trabalho.


Se, por um lado, existem produtos e serviços importantes que precisam de ser promovidos e distribuídos junto de quem precisa deles, por outro, os consumidores ainda necessitam igualmente de ser instruídos e orientados nos seus processos de decisão. Daí haver tantas possibilidades para os potenciais empreendedores e candidatos a empresários.


Para estes, onde eu me incluo (e possivelmente muitos de vocês, também) existe ainda uma oportunidade fantástica, que é a de criar um negócio, com todos os benefícios de um negócio tradicional, mas sem os mesmos riscos típicos (clientes, fornecedores, concorrência, investimento inicial ou capital, o próprio mercado, etc, custos fixos, salários, impostos, taxas, seguros, etc, mercadorias, stocks, etc.).


Quanto ao potencial e sustentabilidade, posso dizer-vos que é enorme. Cada vez mais, as empresas optam por usar o Network Marketing para promoção, divulgação, marketing e publicidade, como canal privilegiado para a distribuição, comercialização e venda dos seus produtos e serviços. Porquê?


De acordo com o que diz Eric Worre, um dos principais mentores da actualidade, porque se adequa à Nova Economia e ao Capitalismo, pagando aos distribuidores com base no seu desempenho na promoção e comercialização de produtos e serviços. E porque é extremamente eficiente, já que a Recomendação Pessoal funciona melhor do que qualquer outra forma de promoção e divulgação.


Portanto, não vejo aqui nada de ilegal, obscuro, nem nenhum truque ou esquema de enriquecimento rápido e ilícito.


Há, contudo, que salientar algo que se passa no Network Marketing, e que faz com que não seja a actividade profissional perfeita (apesar de ser melhor do que muitas) ou, melhor dizendo, a carreira profissional perfeita.


É que nem todos os profissionais que estão associados a Network Marketing são bons ou têm competências para ter um bom desempenho, acabando até por manchar a imagem de uma actividade profissional que tem tudo para conduzir ao nosso melhor futuro. Veja-se pois o que pulula pelos grupos sociais, sobretudo os relacionados com negócios, oportunidades, empreendedorismo.


A boa notícia é que, se por uma lado, a própria especificidade do Network Marketing se encarrega de "eliminar" estes maus elementos, por outro, as competências e o profissionalismo que o Network Marketing requer são passíveis de ser aprendídas... e ensinadas.


Meus amigos e amigas, não sou coach, mas já aprendi muito com esta actividade profissional e pessoas. Posso não ser o melhor profissional de Network Marketing, mas sou melhor do que aquilo que era há uns tempos não muito atrás. Tanto como profissional, como pessoa.


Graças a Deus que tenho vontade de aprender ainda mais. Se acham que podem aproveitar este post para promover o Network Marketing junto de quem ainda não conhece ou tem dúvidas, partilhem. Além disso, se quiserem fazer algum comentário, não deixem de manifestar a vossa opinião.


Bem-hajam,

FGR





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